Mostrando postagens com marcador Livros. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Livros. Mostrar todas as postagens

domingo, 30 de setembro de 2012

Filosofia do Gato


Falou e disse!

"Camus observou que o que caracteriza os seres humanos é a sua recusa a serem o que são. Eles não estão felizes com o que são. Querem ser outros, diferentes. Por isso somos neuróticos, revolucionários e artistas. Do sentimento de revolta surgem as criações que nos fazem grandes"


Rubem Alves - Livro: PIMENTAS


segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Descobrindo Crianças

Atualizando...

O Casaco de Pupa

Capacitação Itaú Criança - Contação de histórias
Essa história foi a que mais gostei! É certo que será útil na minha oficina!


Toda manhã a menina metia-se no casaco de medos que usava desde pequenina
e que foi crescendo com ela.
E saía pelas ruas coberta de medos.
Medo da solidão...
Medo que não a queriam
Medo que a queriam...
Medo de voar
Medo de afogar-se
Medo de sentir-se perdida
Medo que tudo mude
Medo que tudo continue igual...Igual...Igual
Igual... Igual...Igual...Igual...Igual...
Medo do futuro
Medo de repetir o passado...Repetir...
Medo de não avançar
Medo de dar um passo
Medo dos outros
Medo dela mesma

O casaco ficou pesado demais e ela já não conseguia ir a lugar nenhum.
Então, encheu-se de coragem e resolveu livrar-se deles!


E VOOU.

Elena Ferrándiz



domingo, 3 de abril de 2011

Encontro Marcado com a loucura

Nesse livro, podemos perceber vários debates acerca das causas da loucura. Sendo essa questionada também sobre alguns aspectos, como orgânicos e hereditários, aspecto do sistema nervoso e até mitológico religioso.
Nesse sentido, alguns caminhos foram percorridos para o tratamento do transtorno mental, mesmo assim, até hoje, a forma de tratar a loucura bem como suas causas não são uniformes.
Entretanto, com o passar do tempo, vemos a evolução dos tratamentos no sentido de abordar a importância da fala e escuta do paciente, sem limitar o tratamento somente a medicação.
Discute a importância de viver e experimentar o contato com o outro inserido nesse contexto, percebendo de fato, quem é o doente mental, além de diagnósticos, buscando então, respeitá-lo, ouvi-lo e acolhê-lo em seu sofrimento. Dessa forma, nos aproximaremos nos permitindo conhecer e pensar sobre esse, não somente de forma “romântica” e incondicional, mas de maneira a ajudar a tornar visível o seu próprio mundo e conflitos internos na busca de sentido, compreensão desse sofrimento e reintegração do ser como individuo no meio em que vive.
Ao mesmo tempo em que esse debate, nos ajuda a formular questões teóricas relacionadas ao transtorno mental, faz nos suscitar questões sobre como é possível atender esse paciente, se nós mesmos temos nossas angústias em relação ao nosso desempenho e o que temos para oferecer. Então, muitas vezes pela ansiedade e medo são geradas as pré concepções sobre o assunto, dificultando o aprendizado e experiência por vontade de ter respostas prontas no trato com esses.
Assim, o livro tenta desmitificar nossas ilusões, nossas pré concepções, e a idéia equivocada que temos em sociedade sobre a loucura. Passo esse que se dá, num estar aberto, redescobrindo e experienciando esse espaço e contato com o outro, a fim de conhecer, questionar, e praticar uma humanização em psicopatologia.

Autora: Tania Cociuffo

domingo, 7 de novembro de 2010

A força da ternura - Leornado Boff

Leonardo Boff é teólogo e filósofo. O autor já recebeu diversos prêmios pela sua obra e seu trabalho social.
É rigidamente criticado e vigiado pela igreja, pela sua idéia incomum com as idéias do meu querido e mais que amado Rubem Alves, também teólogo e filósofo.

Tenho certeza, que por mais que leia e pesquise não terei idéia de um terço da luta e coragem desses dois! Mas fico profundamente fascinada e admirada.

 "Concordamos em que Deus não entregou os seus negócios para serem administrados por uma instituição chamada igreja. Como Jesus mesmo disse, Deus faz sua chuva cair sobre maus e bons, e o sol brilhar sobre justo e injustos. A água da chuva, todo mundo sabe o que é. O calor do sol, todo mundo sabe o que é. A confusão sobre Deus – chuva e sol – começa quando religiões afirmam que prá se molhar na chuva e se aquecer ao sol é preciso ter idéias certas sobre a chuva e o sol, idéias que só elas têm, e que se chamam dogmas. Essas religiões pensam que conseguiram engaiolar Deus. Deus só existe dentro delas. Religiões são gaiolas vazias. Não. Não estão vazias. Dentro delas há um pássaro empalhado.  Mas Deus é um pássaro em vôo... Há um ditado judeu que diz: “Os homens pensam. Deus ri.” Ele se ri das bobagens que pensamos sobre ele – ou ela, não estou bem certo. O mar também se riria de nós..." R.A.

Acabei de ler o seu livro " A força da Ternura", nesse, Boff apresenta várias idéias sobre espiritualidade, terra, crise, ser humano...muito bom!!!!

Sobre os vídeos, estão em 4 partes no Youtube, (Roda viva - Leonardo Boff ) só postei essas duas! Mas sério, vale mais do que a pena ver. É excelente o debate e nos deixa infinitamente mais abertos e com uma melhor reflexão sobre o tema.





"...Para ele Jesus jamais imaginou uma igreja hierárquica, burocrática, dotada de poder ( houve um período em que ela chegou a ter exércitos ) e que pretende ser a única detentora da verdade, a verdade inteira. Essa pretensão torna impossível o ecumenismo oficial. Porque se uma instituição possui a verdade toda, ela não precisa ouvir ninguém. Seria uma perigosa perda de tempo. O pensamento do outro só pode ser mentira. É o outro que tem de ouvi-la. Ela é “mater et magistra” – mãe e mestra. Para o Leonardo, ao contrário, a igreja é formada por todos aqueles que sonham o mesmo sonho,  o sonho que está contido na poesia do Pai Nosso: um mundo de fraternidade, sem misérias, sem vinganças, sem violência..." R.A.

sábado, 22 de maio de 2010

Contos do pássaro encantado - Rubem

Sempre falo isso, mas ler Rubem Alves, me faz companhia, me traz coisas boas, me enche de alegria.

Um trecho de uma das crônicas desse livro (mais um pra minha coleção)
A saudade

"...Conta-se de um homem que era apaixonado por sua mulher. A morte, entretanto, indiferente ao amor, levou-a. Ele ficou dilacerado pela dor e dirigiu-se aos deuses, pedindo que trouxessem a sua mulher da casa dos mortos. Os deuses responderam que não tinham poder sobre a morte, mas tinham poder sobre o sofrimento dele. Eles poderiam curá-lo do sofrimento.

- Como assim? – o homem perguntou.
- O seu sofrimento se deve ao fato de que você se lembra dela e sente saudades. Se nós a apagarmos da sua memória, você deixará de ter saudades e ficará feliz…
- Tudo menos isso! – ele gritou. – Porque é na dor da minha saudade que ela continua viva…
...Quem fala é um homem que foi inteiro e agora está pela metade.Só uma metade ficou. Mas a que ficou não era a metade mais amada.A outra metade essa arrancada, essa era a adorada... Saudade, tantas vezes ele repete essa palavra.Sabe que não será ouvido, porque ausências não ouvem.As ausências falam do seu silêncio.Dizem aquilo que se foi.Dói-lhe nas mãos uma mortalha, onde escreve o seu lamento.Mas seu lamento é inútil como um uivo de um cão numa noite sem lua.

... As palavras se repetem porque a dor pulsa e lateja.

Saudade: já tive a alegria de possuir o objeto que amo.Ele era meu.Mas agora se foi para longe de mim.Dentro do meu abraço está o vazio.
Rubem Alves

Saber envelhecer - CÍCERO

Leitura que faz parte do nosso projeto de pesquisa com idosos!
Adorei, recomendo!
"...Por certo, os que não obtêm dentro de si os recursos necessários para viver na felicidade acharão execráveis todas as idades da vida. Mas todo aquele que sabe tirar de si próprio o essencial não poderia julgar ruins as necessidade da natureza. E a velhice, seguramente, faz parte delas! Todos nós sonhamos ter uma vida longa, o que significa vivermos muitos anos. Quando realizamos a meta, em vez de celebrar o feito, nos atiramos a um estado de melancolia e amargura. Todos os homens desejam alcançar a velhice, mas ao ficarem velhos se lamentam..."
"...Sófocles que em idade avançada ainda escrevia suas tragédias. No fim da vida, Sócrates aprendeu a tocar lira. Catão, na velhice, descobriu a literatura grega..."
"...A vida segue um curso preciso e a natureza dota cada idade de suas qualidades próprias. Por isso, a fraqueza das crianças, o ímpeto dos jovens, a seriedade dos adultos, a maturidade da velhice são coisas naturais que devemos apreciar cada uma em seu tempo..."
Autor: Cícero, Marco Túlio

sábado, 3 de abril de 2010

Amor nos tempos do cólera

Gosto muito da forma como ele escreve!
História entre Florentino Ariza e Fermina Daza se apaixonam um pelo outro, quando ainda muito jovens. Se correspondem por cartas, muito bonito a forma como tudo acontece e é narrado.
São separados pelo pai de Fermina, o Lorenzo Daza.Assim ela se casa com Juvenal Urbino que é um médico que chega para combater a epidemia do cólera. Florentino Ariza jura amor eterno a Fermina Daza e mesmo quando sua amada casa-se com Juvenal Urbino, sua espera persiste por mais de 50 anos, quando Juvenal morre.Já velhinhos eles recomeçam um história de amor. É lindo ler sobre o amor dele por ela, durante toda a vida!
Um incrível e irresistível romance que trata do amor, da velhice e da morte.Onde os sintomas do cólera se confundem com os sintomas do amor.

Quando Florentino viu Fermina pela primeira vez “perdeu a fala, o apetite, e passava as noites em branco às voltas na cama.” Agora que estava à espera da resposta à sua carta, os sintomas eram muito piores – “a ansiedade complicou-se-lhe com diarreias e vómitos esverdeados, perdeu o sentido de orientação começando a padecer de desmaios súbitos.”. A mãe ficou muito alarmada com esta situação pois estes sintomas não pareciam provocados pelo amor mas sim pela cólera. Até que o padrinho de Florentino, após observar o rapaz e depois de falar com ele e com a mãe, pode “comprovar mais uma vez que os sintomas do amor são idênticos aos da cólera.
não era cólera, era mal de amor.

Autor:Gabriel García Márquez

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Rubem Alves

"Amar é ter um pássaro pousado no dedo.
Quem tem um pássaro pousado no dedo sabe que,
a qualquer momento, ele pode voar"

Rubem Alves nascido em Boa Esperança,sul de Minas Gerais em 15 de setembro de 1933 é um psicanalista, educador, teólogo e escritor brasileiro, é autor de livros e artigos abordando temas religiosos, educacionais e existenciais, além de uma série de livros infantis

Adoroooo esse homem!

A manhã está do jeito como eu gosto. Céu azul, ventinho frio. Logo bem cedinho convidou-me a fazer nada. Dar uma caminhada – não por razões de saúde, mas por puro prazer. Os ipês-rosa floriram antes do tempo – vocês já notaram? E não existe coisa mais linda que uma copa de ipê contra o céu azul. Cessam todos os pensamentos ansiosos e a gente fica possuído por pura gratidão de que a vida seja tão generosa em coisas belas. Ali, debaixo do ipê, não há nada que eu possa fazer. Não há nada que eu deva fazer. Qualquer ação minha seria supérflua. Pois como poderia eu melhorar o que já é perfeito?Livro:O Retorno e Terno
Lembro-me das minhas primeiras lições de filosofia, de como eu me ri quando li que, para o Taoísmo, a felicidade suprema é aquilo a que dão o nome de Wu-Wei, fazer nada. Achei que eram doidos. Porque, naqueles tempos, eu era um ser ético que julgava que a ação era a coisa mais importante. Ainda não havia aprendido as lições do Paraíso – que quando se está diante da beleza só nos resta... fazer nada, gozar a felicidade que nos é oferecida.
Queria perguntar aos ipês das razões do seu equívoco. Será que, por acaso, não possuíam uma agenda? Pois, se possuíssem, saberiam que a floração de ipê está agendada somente para o mês de julho. Qualquer um que preste atenção nos tempos da natureza sabe disto. Mas antes que fizesse minha pergunta tola ouvi, dentro de mim, a resposta que me dariam. Responderiam citando o místico medieval Angelus Silésius, que dizia que as flores não têm porquês; florescem porque florescem. Pensei que seria bom se também nós fôssemos como as plantas, que nossas ações fossem um puro transbordar de vitalidade, uma pura explosão de uma beleza que cresceu por dentro e não mais pode ser guardada. Sem razoes, por puro prazer.
Mas aí olho para a mesa e um livro de capa verde me lembra que não vivo no Paraíso, que não tenho o direito de viver pelo prazer. Há deveres que me esperam. O que todos pedem de mim não é que eu floresça como os ipês, mas que eu cumpra os meus deveres – muito embora eles me levem para bem longe da minha felicidade. Pois dever é isto: aquela voz que grita mais alto que as minhas flores não nascidas – os meus desejos – e me obriga a fazer o que não quero. Pois, se eu quisesse, ela não precisaria gritar. Eu faria por puro prazer. E se grita, para me obrigar à obediência, é porque o que o dever ordena não é aquilo que a alma pede. Daí a sabedoria de dois versos de Fernando Pessoa. Primeiro, aquele em que diz: Ah, a frescura na face de não cumprir um dever! Desavergonhado, irresponsável, corruptor da juventude, deveria ser obrigado a tomar cicuta, como Sócrates! Não é nada disto. Ele só diz a verdade: só podemos ser felizes quando formos como os ipês; quando florescermos porque florescemos; quando ninguém nos ordena o que fazer, e o que fazemos é um filho do prazer. E o outro verso, aquele em que diz que somos o intervalo entre o nosso desejo e aquilo que o desejo dos outros fez de nós.
No meu livro de capa verde estão escritos os desejos dos outros. Ele se chama agenda. Os meus desejos, não é preciso que ninguém me lembre deles. Não precisam ser escritos. Sei-os (isto mesmo, seios!) de cor. De cor que dizer no coração.
Aquilo que está escrito no coração não necessita de agenda porque a gente não esquece. O que a memória ama fica eterno. Se preciso de agenda é porque não está no coração. Não é o meu desejo. É o desejo de um outro. Minha agenda me diz que devo deixar minha conversa com os ipês para depois, pois há deveres a serem cumpridos. E que eu devo me lembrar da primeira lição de moral ministrada a qualquer criança: primeiro a obrigação, depois a devoção; primeiro a agenda, depois o prazer; primeiro o desejo dos outros, depois o desejo da gente. Não é esta a base de toda vida social? Uma pessoa boa, responsável, não é justamente esta que se esquece dos seus desejos e obedece os desejos de um outro – não importando que o outro more dentro dela mesma?
Ah! Muitas pessoas não têm alma. O que elas têm, no seu lugar, é uma agenda. Por isto serão incapazes de entender o que estou dizendo: em suas almas-agendas já não há lugar para o desejo. No lugar dos ipês existe apenas um imenso vazio. Há um vazio que é bom: vazio da fome (que faz lugar para o desejo de comer); vazio das mãos em concha (que faz lugar para a água que cai da bica); vazio dos braços (que faz lugar para o abraço); vazio da saudade (que faz lugar para a alegria do retorno).
Mas há um vazio ruim que não faz lugar para coisa alguma, vazio-deserto, ermo onde moram os demônios. E este vazio, túmulo do desejo, precisa ser enchido de qualquer forma. Pois, se não for, ali virá morar a ansiedade.
A ansiedade é o buraco deixado pelo desejo esquecido, o buraco de um coração que não mais existe: grito desesperado pedindo que desejo e coração voltem, para que se possa de novo gozar a beleza da copa do ipê contra o céu azul. Tão terrível é este vazio que vários rituais foram criados para exorcizar os demônios que moram nele. Um deles é a minha agenda – e a agenda de todo mundo. Quando a ansiedade chega, basta ler as ordens que estão escritas, o buraco se enche de comandos, e se fica com a ilusão de que tudo está bem. E não é por isto que se trabalha tanto – da vassoura das donas de casa à bolsa de valores dos empresários? São todos iguais: lutam contra o mesmo medo do vazio.
“E vós, para quem a vida é trabalho e inquietação furiosos – não estais por demais cansados de viver? Não estais prontos para a pregação da morte? Todos vós para quem o trabalho furioso é coisa querida – e também tudo o que seja rápido, novo e diferente – vós achais por demais pesado suportar a vós mesmos; vossa atividade é uma fuga, um desejo de vos esquecerdes de vós mesmos. Não tendes conteúdo suficiente em vós mesmos para esperar – e nem mesmo para o ócio” (Nietzsche)
Por isto ligamos as televisões, para encher o vazio: por isto passamos os domingos lendo os jornais (mesmo enquanto nossos filhos brincam no balanço do parquinho), para encher o vazio; por isto não suportamos a idéia de um fim de semana ocioso, sem fazer nada (já na segunda-feira se pergunta: “E no próximo fim de semana, que é que vamos fazer?”); por isto até a praia se enche de atividade frenética, pois temos medo dos pensamentos que poderiam nos visitar na calma contemplação da eternidade do mar, que não se cansa nunca de fazer a mesma coisa.
Certos estão os taoístas: a felicidade suprema é o Wu-Wei, fazer nada. Porque só podem se entregar às delícias da contemplação aqueles que fizeram as pazes com a vida e não se esqueceram dos seus próprios desejos.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Uma carta de amor

Isso é que dá...o livro foi escrito e adaptado para o cinema, mas não deram o mesmo título, e só hoje descobri que "As palavras que nunca te direi" é a adaptação do livro "uma carta de amor" e ao mesmo tempo tem edições do livro que tem o mesmo título que o filme! vai entender! rs
Li o livro"uma carta de amor", é emocionante, angustiante, desesperador, lindo... só podia ser sobre o amor!
Vale muito, muito a pena...pode acreditar você chora junto, e como sempre acontece nas boas histórias, vivi junto com Garret e Thereza até acabar, e dá uma tristeza...um vazio quando chega nas páginas finais! parece que uma companhia se foi!!!
Quando o assunto é romance Nicholas Sparks para mim sem dúvida é um dos melhores.
lindo demais!!!

Viúvo solitário, Garret Blake constrói barcos para viver. Reconstruir a sua vida - isso é outro problema. Pelo menos antes de Theresa Osborne chegar à sua aldeia na Carolina do Norte. Theresa, uma recém-divorciada e jornalista , descobre que Garret é o autor de uma mensagem que encontrou numa garrafa, numa praia de Cape Road. Uma mensagem de sonho que a emocionou profundamente como nunca o tinha sido até então. Uma história de amor perdido e encontrado.
"Tu escolhes - entre o passado e o futuro.Agarra-te a um deles e aguenta-te"

Autor do livro: Nicholas Sparks
Fime: As palavras que nunca te direi
Realizador: Luis Mandoki
Interpretação: Kevin Costner

domingo, 27 de dezembro de 2009

Tristão e Isolda

"Quereis ouvir, senhores, um belo conto de amor e morte? É de Tristão e de Isolda, a rainha.
Ouvi como em alegria plena e grande aflição eles se amaram, depois morreram no mesmo dia, ele por ela, ela por ele.
Nos tempos antigos, o rei Marcos reinava na Cornualha....

TRISTÃO, "Filho, por muito tempo desejei ver-te;e vejo a mais bela criatura que mulher alguma jamais carregou.Triste trago-te ao mundo, triste é a primeira festa que te faço,por tua causa morro de tristeza.E,como vieste ao mundo por tristeza, terás o nome de Tristão.


ISOLDA,a Bela dos Cabelos de Ouro, princesa da Irlanda, rainha nas Cornualhas
Depois, voltando- se para o tocador de harpa, pediu: “Irmão, toca mais qualquer coisa para consolar Isolda, a minha amada, e domar a sua dor.” Tristão afinou de novo a rota e escolheu um lai deleitável de ouvir: Isolda escutava-o, mergulhada no encantamento.

Joseph Bédier

“Uma vida com Propósitos” de Rick Warren

Recomendo! Fala do amor e sabedoria de Deus de uma forma não religiosa!
Eu gostei!

..." Não aja em função do que os outros pensam a seu respeito.
Ao fazer isso você perde o controle.Faça suas próprias escolhas.Decida que nada é mais importante do que se sentir bem.
Quando perceber que está pertubado com julgamento alheio, volte a concentrar-se na apreciação, deixe que ela flua atravéz de você..."

...Não conheço todas as chaves do sucesso,mas uma chave para o fracasso é tentar agradar a todos.

“Uma vida com Propósitos” de Rick Warren