quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

As vantagens de ser invisível

Charlie: "Porque as pessoas boas escolhem as pessoas erradas?"

Sr. Anderson: "Nós aceitamos o amor que pensamos merecer"


Muito bom!!!!

Lançamento: 19 de outubro de 2012 (1h43min)
Dirigido por: Stephen Chbosky
Com: Logan Lerman, Emma Watson, Ezra Miller mais

Nacionalidade: EUA

Rubem Alves

O que achamos que é pecado, Rubem Alves chama de virtude. Também queria eu não fazer nada com a consciência limpa! 
"Desejos são perturbações na tranquilidade da alma. Ter um desejo é estar infeliz: falta-me alguma coisa, por isso desejo...Mas para o meu gato nada falta. Ele é um ser completo. Por isso pode se entregar ao calor do momento presente sem desejar nada. E esse "entregar-se ao momento presente sem desejar nada" tem o nome de preguiça. Preguiça é a virtude dos seres que estão em paz com a vida."


sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Enquanto houver sol

Ótimo!


"Quando não houver caminho
Mesmo sem amor, sem direção
A sós ninguém está sozinho
É caminhando que se faz o caminho"





Córtex

Atuação espetacular!!
Peça vista no dia 13 de Outubro. Noite inusitada!



No monólogo, um homem se depara com o misterioso desaparecimento de sua mulher. Abalado com a ausência da companheira, ele aciona a polícia, mas acaba se tornando o principal suspeito pelo sumiço da amada. O marido só tem em sua defesa o grande amor que sente pela mulher. O espetáculo é dirigido por Nelson Baskerville ("Luís Antônio - Gabriela").

Gênero: Drama
Direção: Nelson Baskerville
Com: Otávio Martins
Duração: 75 minutos
Classificação: Não recomendado para menores de 14 anos
Texto: Franz Keppler
Fonte: Guia Folha

domingo, 30 de setembro de 2012

Filosofia do Gato


Falou e disse!

"Camus observou que o que caracteriza os seres humanos é a sua recusa a serem o que são. Eles não estão felizes com o que são. Querem ser outros, diferentes. Por isso somos neuróticos, revolucionários e artistas. Do sentimento de revolta surgem as criações que nos fazem grandes"


Rubem Alves - Livro: PIMENTAS


segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Descobrindo Crianças

Atualizando...

A Falecida

Atualizando...

360

Atualizando...

Camille e Rodin


A atuação (como mencionou uma amiga minha) de fato não foi a mais esplêndida, (apesar de que concordo mais para o começo da peça, no final acho que a atriz fez momentos bons de encenações dramáticas... Mesmo assim, não tenho cacife para avaliar ao certo...), mas gostei em como a história foi contada. Acho bacana quando vai do presente para o passado. Acho que a história de amor entre os dois poderia ter sido contada de forma mais intensa, romântica e emocionante. O roteiro foi mais para o lado de nos mostrar de maneira realista o ocorrido entre os dois amantes, fazendo-nos entender o que se deu por conta do amor “não correspondido” e exacerbado de Camille...
Quase a coloquei em meu TCC...
Rodin foi um egoísta, individualista e Camille amou demais.



CAMILLE E RODIN de Franz Keppler. A trágica história de amor vivida pelos escultores franceses Camille Claudel e Auguste Rodin. Com Leopoldo Pacheco e Melissa Vettore. Dir. Elias Andreato. (75min). Masp / Auditório. Sex e sab, 21h; dom, 19h30. R$20 (sex) e R$30 (sab e dom). 12 anos (fonte guia OFF)

Até dia 28/10

O Casaco de Pupa

Capacitação Itaú Criança - Contação de histórias
Essa história foi a que mais gostei! É certo que será útil na minha oficina!


Toda manhã a menina metia-se no casaco de medos que usava desde pequenina
e que foi crescendo com ela.
E saía pelas ruas coberta de medos.
Medo da solidão...
Medo que não a queriam
Medo que a queriam...
Medo de voar
Medo de afogar-se
Medo de sentir-se perdida
Medo que tudo mude
Medo que tudo continue igual...Igual...Igual
Igual... Igual...Igual...Igual...Igual...
Medo do futuro
Medo de repetir o passado...Repetir...
Medo de não avançar
Medo de dar um passo
Medo dos outros
Medo dela mesma

O casaco ficou pesado demais e ela já não conseguia ir a lugar nenhum.
Então, encheu-se de coragem e resolveu livrar-se deles!


E VOOU.

Elena Ferrándiz



domingo, 16 de setembro de 2012

Intocáveis


Recomendo, um filme muito bom feito de uma maneira divertida sem apelar ou desrespeitar o sentido da história.
Gostei muito da atuação do Philippe (François Cluzet), o cara conseguiu ser engraçado e ao mesmo tempo passar muita emoção somente com a expressão do seu rosto...Sem contar que ele fez o papel do tetraplégico de forma muito real. Ele foi demais, eu gostei.


Psicologizando um pouco, inspirada pelo meu estágio de grupos e comunidades com o fantástico professor Dênio Cunha...

Na sociedade que vivemos temos as tais representações sociais que por vezes são depreciativas rotulando e estigmatizando as pessoas por sua condição, seja de doença, deficiência, moradia, vícios, status, etc. No caso do Philippe, a sua condição de tetraplégico fazia com que em sua volta, o olhar direcionado a ele fosse de compaixão, dó... É essa estigmatização e rotulação que estamos falando; comumente o ser que está em uma condição doente, com alguma deficiência, ou aspectos que diferem dos padrões sociais, são vistos de maneira cristalizada que determinam como o outro é somente pela sua condição; como nesse caso, o ser incapaz de qualquer outra coisa na vida, que não fosse ser cuidado pelos outros, ele pela sua condição é digno de "pena", compaixão!.
No entanto, os seres mesmo em uma condição atual de doença, incapacidade, deficiência, exclusão, etc... tem outras potencialidades que podem ser vistas... O olhar o outro apenas pelo aspecto da doença ou da sua condição nos afasta dele contribuindo para que não possamos enxergar outras circunstancias em sua possibilidade de ser que não seja a deficiência. Fazendo com que sejam "Os intocáveis"
Essa foi a grande sacada do amigo de Philippe, ele conseguiu vê-lo genuinamente não pela sua condição de tetraplégico, mas sim, pelas suas possibilidades de ser.
         E refletindo sobre esse filme, o nome intocável no plural não está a toa, Driss (Omar Sy) o jovem cuidador de Philippe, por estar em uma situação problemática também passa a ser considerado apenas pela sua condição de morador de periferia, negro, classe social baixa.
Quando dirigimos o nosso olhar para as pessoas dessa forma, acabamos por construir e compartilhar em sociedade que as pessoas são assim e pronto! Contribuindo para que nós nos afastemos do outro, já que só enxergamos uma única condição para ele. Sendo que o ser não é e sim, o ser está nessa condição e nele existem outras potencialidades que podem ser vistas.
Esse olhar estigmatizado para o outro, constitui nele mesmo essa identidade pessoal. No caso de Phillipe o Tetraplégico totalmente incapaz, e no caso de Driss o negro Marginal. “Os intocáveis”
O lance aqui é que um se aproximou do outro, eles enxergaram além!!



País de Origem:  França
Ano de Lançamento:  2011
Direção:  Olivier Nakache / Eric Toledano

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Avestruz


E o “acho que tô infeliz” falava tão alto que era impossível disfarçar
Desviava-se o olhar, mas a lágrima não escondia,
Virava-se o rosto, mas o corpo estremecia.
E tentavam consolar: Mas olhe ao redor, quantas pessoas tristes há!
Será possível ser mais feliz se consolando com a desgraça maior do outro?
Ora! A minha tristeza só pode ser a minha tristeza.
Só sofrerei pelas coisas que são minhas.
Sofro das idéias, tenho esse direito.



Sula